POR Thais Urpia, 10 mai 2011, 17H36

Inserção de línguas africanas no currículo acadêmico é tema de seminário

Amine Leitão
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação


O Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros em Línguas e Culturas (Ngealc), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex), promove o seminário Africanias: instalação das línguas angolanas (kimbundo e kikoongo) no currículo acadêmico da UNEB.

O evento, realizado em parceria com a Assessoria de Cooperação Internacional (Asseci) da universidade e franqueado ao público externo, tem início amanhã (11) e se estende até sexta-feira (13), no auditório da Academia de Letras da Bahia (ALB), em Salvador.

Estão convidados para a programação do seminário o reitor da UNEB, Lourisvaldo Valentim, e outros gestores da universidade, a ministra da Cultura (MinC), Ana de Holanda, a ministra-chefe da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, Luíza Bairros, a presidente da ALB, Aramis Ribeiro Costa, o vice-ministro da Cultura de Angola, Cornélio Caley, o diretor do centro cultural Casa de Angola na Bahia, Camilo Afonso, e os professores da Universidade Agostinho Neto, em Luanda, Amélia Mingas, Zavone Ntondo e Vatonene Kukanda.

A expectativa da organização do seminário é de reunir 200 participantes, visando o debate de assuntos como o reconhecimento das línguas subsaarianas, o resgate da cultura pela língua falada e a construção da etnicidade.

“A UNEB é a primeira universidade brasileira a introduzir as línguas angolanas na grade de línguas estrangeiras. Queremos restabelecer os valores africanos para a construção do português brasileiro”, destaca a professora Yeda Pessoa de Castro, coordenadora do Ngealc.

O evento tem apoio da ALB, da Casa de Angola na Bahia e do Grupo Aldeia.

Informações: Ngealc/Campus I – tel. (71) 3117- 2448.




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