Parque Estadual de Canudos – PEC
Em 1986 foi decretada a criação do Parque Estadual de Canudos – PEC, integrando importantes áreas de terras onde se deu a guerra fratricida.
Primeiramente, foi realizada a reserva de terras devolutas pelo Decreto nº 33.193, de 27 de maio de 1986, e depois pelo Decreto nº 33.333, de 30 de junho, instituiu o PEC, autorizando a Secretaria de Educação e Cultura, por intermédio da Universidade do Estado da Bahia, a adotar as providências necessárias à sua construção. O Parque Estadual de Canudos compreende uma área de 1.321 hectares no município do mesmo nome, no nordeste da Bahia.
Constituiu-se no teatro principal de acampamentos militares, da presença conselheirista e de violentos combates, abrigando valiosos sítios históricos, arqueológicos e antropológicos.
Consolidado como “verdadeiro museu a céu aberto”, o Parque está demarcado, sinalizado e dotado de infra-estrutura adaptada às condições locais, sendo propício à realização de pesquisas e ao incremento do turismo histórico, abrindo campo para produtivas atividades pedagógicas na área, o que beneficia estudantes e professores de toda a região.
O Parque se constitui num vasto anfiteatro, onde ainda está sepultado, à espera dos arqueólogos, material em abundância para contar mais das diligências que ali chegaram com suas máquinas de matar e destruir.
O observador poderá conhecer o Vale da Morte (onde militares sepultavam seus mortos), o Vale da Degola (onde chefes expedicionários mandavam cortar pescoços de jagunços), e o Alto do Maio (ou do Maia, ou do Mário), onde morreu o coronel Antônio Moreira César (1850-1897), comandante da terceira expedição.





















