POR Ascom/Wania Dias, 28 mar 2016, 16H45

Palestra no campus de Juazeiro aborda ética e pesquisa

x

Luciano Sérgio destacou a importância da condução da pesquisa de acordo com as normas preconizadas pelo CEP/UNEB

A UNEB, por meio do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA), realizou a quarta edição do espaço de debates Comunicando Saberes, no dia 23 de março, no Departamento de Ciências Humanas (DCH), no Campus III da Universidade, em Salvador.

A atividade, que abordou o tema Comitê de Ética: importância e compromisso dos pesquisadores, foi ministrada pelo professor Luciano Sérgio Ventim.

O docente destacou a importância da condução da pesquisa de acordo com as normas preconizadas pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Estado da Bahia (CEP/UNEB) que visa proteger a pessoa e/ou comunidade que está sendo pesquisada.

Sobre o plágio, Luciano ressaltou as implicações jurídicas e administrativas que esta prática pode acarretar ao estudante e seu orientador.

“Se o orientando pratica plágio o docente-orientador pode ser criminalmente e administrativamente responsabilizado”, frisou o palestrante.

Luciano Sérgio abordou ainda a importância da autorização do Comitê de Ética para os trabalhos de pesquisa, a permissão das pessoas envolvidas na pesquisa, assim como da comunidade ou instituição que será pesquisada.

Para o mestrando Paulo Pedrosa, a palestra esclareceu os procedimento e cuidados que os mestrandos devem ter para que suas pesquisas sejam divulgadas, “No meu caso, vou pesquisar em escolas públicas, então preciso da autorização da direção, da professora e dos pais dos estudantes envolvidos, por exemplo”, pontuou o discente.

O Comunicando Saberes é um espaço aberto do PPGESA para os alunos, para a comunidade acadêmica e a comunidade em geral, “Convidamos um palestrante para tratar de temáticas relacionadas ao que é discutido no próprio mestrado. E a ética é algo que todos os pesquisadores se deparam, nossos pesquisadores principalmente, porque eles têm que submeter seus trabalhos ao Comitê de Ética, a Plataforma Brasil, para ter autorização de trabalhar com humanos, sejam crianças, adultos ou jovens” disse.

Texto e fotos: Adálio Barbosa, do Núcleo de Comunicação do DCH/ Campus III, com edição da Ascom


Notícias relacionadas



Envie uma mensagem: