POR Ascom / Danilo Oliveira, 08 jul 2013, 11H05

Ceec e WebTV exibem primeiro longa-metragem no Campus I dia 24/07

Danilo Oliveira
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação


O documentário
Feminino Cangaço, fruto de parceria entre o Centro de Estudos Euclydes da Cunha (Ceec), órgão suplementar vinculado à Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG) da UNEB e a WebTV.UNEB, núcleo da Assessoria de Comunicação (Ascom) da universidade, será exibido à comunidade unebiana – no dia 24 de julho – durante sessão gratuita realizada, a partir das 17h, no teatro do Campus I da instituição, em Salvador.

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Reprodução do cartaz da sessão do documentário

Pretendemos com essa nova exibição, fazer com que o filme volte ao lugar onde nasceu. A nossa ideia foi de produzir um documento sobre um importante fato histórico, acontecido em uma região onde a UNEB está presente, e deixá-lo à disposição de professores, estudantes e técnicos para que possa ser utilizado nas salas de aula e exportado para as comunidades e para outras instituições”, destaca o coordenador do centro, Manoel Neto, que dirigiu o filme em parceria com Lucas Viana (WebTV).

Ainda segundo o pesquisador, o longa-metragem já recebeu convites para ser exibido durante o III Congresso Nacional do Cangaço, que será realizado entre os dias 22 e 25 de outubro, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), em Vitória da Conquista, e para abrir o a quinta edição do Arraial Cine Fest, no mês de novembro, em Porto Seguro.

O documentário reserva entrevistas com especialistas sobre a temática do cangaço, a exemplo do sócio fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais (Unehs), Antonio Amaury, dos pesquisadores Frederico Pernambucano de Melo, Luiz Ruben, Rosa Bezerra e Germana Gonçalves, além da filha e da neta de Lampião e Maria Bonita, Dona Expedita e Vera Ferreira, respectivamente.

Durante os 80 minutos do filme, são discutidos temas como as motivações para a entrada das mulheres no cangaço, seu papel dentro dos bandos, seus costumes, suas crenças, seus dramas pessoais, a sexualidade e as representações destas mulheres.

O projeto, que teve início em março de 2012, conta com filmagens nas cidades de Salvador, Paulo Afonso, Recife (PE), Aracaju (SE), São Paulo (SP), Piranhas (AL), além de visita a Grota do Angico, local da morte de Maria Bonita e Lampião.

“O filme traz uma nova visão sobre o cangaço, mais crítica e menos factual. Aqueles que desejam descobrir um novo cangaço, mais cheio de cor, mais delicado, que fuja do lugar comum das reproduções cotidianas, que venham prestigiar o documentário”, convida Lucas.

Trabalho colaborativo

De acordo com a coordenadora da WebTV, Qhele Jemima, o filme representa um salto profissional para os integrantes da equipe, por consistir em uma produção de baixo custo desenvolvida pelo material humano da universidade.

O documentário é o reflexo do que esperamos de uma TV universitária, pois foi produzido em verdadeira parceria, a partir de imensa generosidade do professor Manoel Neto, que nos permitiu participar e desenvolver esse produto de forma colaborativa”, ressalta Qhele.

O documentário Feminino Cangaço foi lançado no dia 6 de junho, durante sessão gratuita realizada na Sala Walter da Silveira, localizada na Biblioteca Pública estadual, no bairro dos Barris, em Salvador.

De acordo com os participantes do projeto, o longa-metragem deve ser exibido, ainda neste ano, em cidades como Canudos, Eunápolis, Paulo Afonso, Recife, João Pessoa (PB), Rio de Janeiro (RJ), Serra Talhada (PE) e Aracaju.

O filme conta com coprodução do laboratório audiovisual Épuras e apoio das Pró-Reitorias de Graduação (Prograd) e Extensão (Proex) da UNEB e da Diretoria de Audiovisual (Dimas) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), instituição vinculada à Secretaria estadual de Cultura (Secult).

Informações: WebTV.UNEB/Campus I – tel. (71) 3117-2390 e Ceec – tel. (71) 3321-5081.

Imagem (home): Divulgação


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