POR Ascom / Danilo Oliveira, 04 jun 2013, 18H52

Ceec e WebTV lançam primeiro longa-metragem nesta quinta (6)

Danilo Oliveira
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação


Com o objetivo de registrar e expor a importância das mulheres para o fenômeno do cangaço, o Centro de Estudos Euclydes da Cunha (Ceec), órgão suplementar vinculado à Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG) da UNEB, produziu o documentário Feminino Cangaço.

O longa-metragem, fruto de parceria entre o Ceec e a WebTV.UNEB, núcleo da Assessoria de Comunicação (Ascom) da universidade, será lançado – no dia 6 de junho – durante sessão gratuita realizada, a partir das 19h30, na Sala Walter da Silveira, localizada na Biblioteca Pública estadual, no bairro dos Barris, em Salvador.

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Reprodução do cartaz de lançamento do filme

“O filme resulta de um esforço para a elaboração de um produto que seja capaz de subsidiar discussões a respeito de um tema brasileiríssimo. Convidamos a comunidade unebiana e os demais interessados para prestigiar esta estreia, que será realizada em um espaço baiano tradicional do cinema de arte”, destaca o coordenador do centro, Manoel Neto, que dirigiu o filme em parceria com Lucas Viana (WebTV).

O documentário reserva entrevistas com especialistas sobre a temática do cangaço, a exemplo do sócio fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais (Unehs), Antonio Amaury, dos pesquisadores Frederico Pernambucano de Melo, Luiz Ruben, Rosa Bezerra e Germana Gonçalves, além da filha e da neta de Lampião e Maria Bonita, Dona Expedita e Vera Ferreira, respectivamente.

Durante os 80 minutos do filme, são discutidos temas como as motivações para a entrada das mulheres no cangaço, seu papel dentro dos bandos, seus costumes, suas crenças, seus dramas pessoais, a sexualidade e as representações destas mulheres.

O projeto, que teve início em março de 2012, conta com filmagens nas cidades de Salvador, Paulo Afonso, Recife (PE), Aracaju (SE), São Paulo (SP), Piranhas (AL), além de visita a Grota do Angico, local da morte de Maria Bonita e Lampião.

“O filme traz uma nova visão sobre o cangaço, mais crítica e menos factual. Aqueles que desejam descobrir um novo cangaço, mais cheio de cor, mais delicado, que fuja do lugar comum das reproduções cotidianas, que venham prestigiar esse lançamento”, convida Lucas.

Trabalho colaborativo

Devem prestigiar a sessão de lançamento todos os integrantes da administração central da UNEB, representantes da comunidade acadêmica da instituição e todos os colaboradores que participaram da realização do longa-metragem.

De acordo com a coordenadora da WebTV, Qhele Jemima, o filme representa um salto profissional para os integrantes da equipe, por consistir em uma produção de baixo custo desenvolvida pelo material humano da universidade.

“O documentário é o reflexo do que esperamos de uma TV universitária, pois foi produzido em verdadeira parceria, a partir de imensa generosidade do professor Manoel Neto, que nos permitiu participar e desenvolver esse produto de forma colaborativa”, ressalta Qhele.

De acordo com os participantes do projeto, o longa-metragem deve ser exibido, ainda neste ano, em cidades como Canudos, Recife, João Pessoa (PB), Rio de Janeiro (RJ), Serra Talhada (PE) e Aracaju.

O filme conta com coprodução do laboratório audiovisual Épuras e apoio das Pró-Reitorias de Graduação (Prograd) e Extensão (Proex) da UNEB e da Diretoria de Audiovisual (Dimas) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), instituição vinculada à Secretaria estadual de Cultura (Secult).

Informações: WebTV.UNEB/Campus I – tel. (71) 3117-2390 e Ceec – tel. (71) 3321-5081.

Imagem (home): Divulgação


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